Nutrição

De acordo com Nahas (2001), o homem tem observado há milênios os efeitos apresentados pelos alimentos na prevenção e cura de doenças. Os hábitos alimentares e os tipos de doenças sofreram grande mudança devido à evolução e o pregresso acentuado no último século. A população vive a era do estilo de vida, onde a alimentação e as atividades diárias influenciam diretamente a saúde humana.

 

Nosso corpo precisa de oferta adequada de alimentos saudáveis, para nos manter ou tornar-nos indivíduos mais saudáveis. Uma boa refeição nutritiva fornece ao nosso organismo nutrientes para produção ou reparação de tecidos, manter o sistema imunológico saudável e facilitar a execução de tarefas de vida diária. A alimentação não nutritiva e a falta de atividade física são as principais causas de doenças, como as cardiovasculares, a diabetes tipo 2 e determinados tipos de câncer, e contribuem substancialmente para a morbidade, mortalidade e incapacidade. Outras doenças relacionadas à má alimentação e a falta de atividade física, são as cáries dentais, e a osteoporose (OMS, 2004).

 

A obesidade não controlada aliada ao sedentarismo gera no individuo um balanço energético positivo, aumentando os riscos de doenças cardiovasculares, hipertensão arterial e diabetes mellitus. Para a diminuição dos riscos de obesidade e também outras doenças crônicas, é necessário manter uma alimentação saudável, associada a pratica de atividades físicas regulares (NIEMAN, 1999).

 

Alem de reduzir a fome evitando um supercompensação nas demais refeições, o indivíduo ao fracionar as refeições durante o dia demonstra uma relação inversa entre peso corporal e freqüência alimentar. O fracionamento das refeições também ajudam a melhorar o comportamento cognitivo e elevar o bom humor do indivíduo (BUNDELL, 1997; DRUMMOND, 1998; KANAREK, 1997; METZNER, 1997).

 

O indicado entre as grandes refeições, pequenos lanches para que se mantenha um bom funcionamento do organismo através da escolha de alimentos saudáveis e nutritivos, sem o aumento da ingestão calórica (FARSHCHI, 2004).

 

A respeito da alimentação, devem-se incluir as recomendações: Obter um equilíbrio e um peso normal; limitar a ingestão energética procedente das gorduras, somente gorduras insaturadas e reduzir as gorduras trans; aumentar o consumo de frutas e hortaliças, legumes, cereais integrais e frutas secas; diminuir a ingestão de açucares livre, e consumir sal iodado (OMS, 2004).

 

A baixa ingestão de frutas, legumes e verduras é outro fator para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Para uma alimentação balanceada é preciso ingerir ao menos 400g destes alimentos, ao dia ou 4 a 5 porções de hortaliças e de 3 a 5 porções de frutas. Além disso, acrescentar nas refeições legumes, verduras e frutas aceleram o raciocínio, melhora o rendimento no esporte e aumenta a força para correr (OMS, 2005; PHILIPPI, 2003; SESI, 2006).

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